OVERDOSE “MADONNICA” Novembro 25, 2008
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MADONNA, UM DOS “PRODUTOS” DE MAIOR CONSUMO DA CULTURA POP.

Rolling Stone, Veja, Época, Caras, Vogue Brasil, entre outros grandes impressos de projeção nacional, já cederam à tentação de expor em suas capas o “produto” Madonna. Mas por que será que a cantora faz tanto sucesso em todo o mundo?
A década de 80 foi o começo da reformulação da identidade dos jovens, que, anteriormente, possuíam padrões mais tradicionalistas e rígidos. Madonna surgiu em uma época favorável à ascensão de sua imagem e foi responsável por grande parte da quebra dos padrões da antiga visão tradicionalista. Assim, desde o início, a cantora foi um dos ícones femininos de maior escândalo e alvo de todos os veículos de comunicação.
Pode-se dizer que, talvez, o que mantém Madonna em todas as paradas, até os dias de hoje (três décadas de sucesso absoluto), seja a facilidade que a cantora tem em se transformar de acordo com o tempo. Já foi loira dos cabelos desgrenhados, ruiva, cabelos pretos e encaracolados, pretos e lisos, loiros e lisos e, hoje, aparece loira com cabelos ondulados. Já foi rock juvenil, pop romântico, eletrônica, balada country e, hoje, utiliza até elementos do movimento Hip Hop americano. Já assumiu a personalidade de Marilyn Monroe, Eva Perón, Chiyo, Cowgirl, Dita Parlo e Maria Antonieta – de “material girl” à “espiritual girl”. Foi considerada símbolo sexual, rebelde, passou para sensual, mãe e, hoje, exemplo de boa forma física.
Os jovens não a enxergam como rebelde inconstante, como nossos pais a enxergavam há duas décadas. Atualmente, a cantora é vista como mãe, atriz, modelo, produtora e exemplo de “saúde”. Desta forma, não é de se espantar que ela consiga ditar moda até os dias de hoje. O que está por trás de todo esse sucesso é o envolvimento da produção dos maiores profissionais da indústria cultural contemporânea, os mais bem pagos do mundo, capazes de transformar humanos em simples objetos de entretenimento.
Diferente de importantes nomes da cultura pop da década de 80, que permaneceram somente na memória nostálgica de quem vivenciou a época, Madonna se utilizou dos meios de comunicação com astúcia e se manteve em evidência com mais força. O segredo do sucesso está na mutação constante da identidade da cantora que segue de acordo com a moda vigente e a idéia de sempre apresentar a quebra de regras e padrões. Ninguém sabe ao certo o que esperar de Madonna, o que provoca a sensação de surpresa, que mantém a vibração e o interesse do público a cada passo da cantora.
Em suma, a mercadoria Madonna é tema assíduo de debates acadêmicos; é um dos exemplos do poder milionário; um dos produtos mais renomados da indústria cultural contemporânea e um dos bens da cultura pop mais consumidos do mundo.
Colaboração: Elton Caramante
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Chiyo Cowgirl

Espiritual girl Maria Antonieta

Dita Parlo Marilyn Monroe
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Coluna Revista Área Vip | Julho 2008 Agosto 27, 2008
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Bom, antes de mais nada, gostaria de pedir desculpas aos leitores e dizer que fiquei um tanto chateada com o erro de diagramação de minha página – LUPA.
O diagramador inverteu as colunas, portanto, se vc ler da direita pra esquerda, entenderá o que está escrito. É um pouco desanimador imaginar o que as pessoas pensam quando começam a ler um texto sem pé nem cabeça! Quem não entende de diagramação - o leitor comum, não entenderá que aquele é um erro básico e achará, no mínimo, que quem escreveu é loco!
Infelizmente, muitos profissionais em diagramação ainda não captaram que, diagramar não é apenas prestar atenção na estética, mas sim no conteúdo como um todo. Deve-se ler o que está inserindo em sua “arte”, não digo corrigir, mas, não apenas “jogá-la” como se fosse a coisa menos importante do espaço. Lembrar que aquela página só existe por conta de seu conteúdo e não de sua aparência, é bom também. Desabafo.
Do mais, gostaria de parabenizar a revista pelo passo grande. Está mais bela e com muito mais conteúdo. Gostei de ver. Mas continua tendo que ter mais atenção nos detalhes que, depois de impresso, ficam berrantes.
Bom, segue a coluna LUPA, em sua ordem original.
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As ruas não são mais públicas!
Que os espaços urbanos já se tornaram cenário assíduo de intenso fluxo, não é novidade para ninguém; basta olharmos as vias, para verificar o tremendo caos em que se encontra o trânsito, em particular, o de Sorocaba que, nos últimos anos, se tornou intenso e impossível. As atuais facilidades de compra de automóveis fizeram com que as ruas da cidade se tornassem insuficientes para os motoristas inexperientes e desgovernados. Mas, esse assunto já é muito discutido, pulemos o blá, blá, blá.
O que eu quero chamar a atenção é para o maior problema: “aonde eu vou estacionar?”. Há muitos anos atrás, as vias públicas com grande movimento, em especial nos centros urbanos, tiveram alguns de seus espaços demarcados pelas autoridades, numa reserva que todos já conhecemos – a Zona Azul. No entanto, antes tínhamos o direito de escolher: ou estacionávamos em estabelecimentos particulares – como os estacionamentos cobrados; ou pagávamos a Zona Azul; ou então, procurávamos um local mais distante para deixar o veículo – ao menos tínhamos essa opção. O que está ocorrendo hoje, é que não temos mais escolhas, ou pagamos os estacionamentos, ou pagamos a Zona Azul, ou pagamos por qualquer espaço da cidade, para alguém que nem sabemos “o que é”.
Reservei minha página nesta edição, para aproveitar e chamar a atenção para as grandes festas públicas. Ir a uma festa junina/julina beneficente está cada vez mais caro! Se não estacionamos em locais particulares (que cá entre nós, estão cobrando por, pelo menos, três carros), estacionamos nas ruas e somos “obrigados” a pagar para os “olheiros de carros”. Deveríamos ter a escolha, mas isso não ocorre. Todos nós sabemos que, se não pagarmos a tal “colaboração imposta”, a surpresa ao voltarmos para o veículo, será cruel. Isso é trabalho? Os valores cobrados para você utilizar o espaço público (muitas vezes em frente a residências particulares) é abusivo. Chega a ser quase o triplo do valor do ingresso da festa e, o dobro de muita comida oferecida na mesma, por exemplo, a entrada custa R$ 2,00 e o crepe R$ 3,00 – lá se foi o dinheiro do “tiozinho”.
Não acho justo termos que pagar para deixar o carro em vias públicas – quem quer pagar, utiliza os serviços dos estacionamentos. Desculpem-me a sinceridade, mas, essa situação é um tanto humilhante para os cidadãos. Sabemos que as pessoas que cobram por um espaço que não lhes pertence, não têm qualificação para exercerem tal função. O que era visto antes como uma “ajudinha” agora, passou a ser uma obrigação geral.
E cadê as nossas autoridades? Acredito que, em eventos específicos, os valores impostos são abusivos. Os verdadeiros policiais, responsáveis pelo trânsito, poderiam cuidar melhor das vias públicas, impedindo essas pessoas de exercerem tal extorqui camuflado.
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Abraços!
COLUNA REVISTA ÁREA VIP| ED. JUNHO 2008 Junho 10, 2008
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Esqueça o seu talento!!!
Independente do talento, esforço, ensaios, escolha de repertório agradável, estudos e mais estudos, o que vale na hora de negociar a apresentação do seu trabalho, na maioria das casas de Sorocaba, é dizer se você possui uma galera fiel que o acompanha ou ter amizade com o dono da casa.
Muitos proprietários de bares não estão interessados na qualidade apresentada pelos músicos, eles querem mesmo é que a casa “bombe”, independente do público “exigido”, ou seja, que o músico atrairá.
Quantas vezes fomos a bares e encontramos pessoas, não profissionais, se apresentando e apenas uma mesa gritando e assobiando? São parentes, amigos e namoradas (os) que estão ali para dar “uma força”. Vocês podem achar que eu estou exagerando, mas já vi isso (na posição de cliente) por diversas vezes e, inclusive tive que “desarmar acampamento”, pagar o couvert artístico (obrigatório de acordo com o bar) e procurar um novo local para curtir a noite.
O problema não está apenas nas pessoas que estão se apresentando nessas condições, está também nos donos dos bares que permitem tal situação para lucrar uma noite ou outra. Não se importam com as pessoas que realmente estejam interessadas em curtir o espaço e os serviços disponibilizados pelo estabelecimento.
Sorocaba possui músicos fantásticos que, inclusive, já tocaram ao lado de nomes consagrados da música. A cidade de Tatuí é conhecida como “cidade da música” por possuir um dos conservatórios mais importantes do Brasil, no entanto, uma parcela significativa de seus alunos é sorocabana. Bandas excelentes como Vilania (www.vilania.com.br), Fast Food Brazil (www.ffbrazil.com.br), Biggs (www.tramavirtual.com.br/biggs), entre tantas outras, mal têm espaço para se apresentar em Sorocaba, tornando-as mais reconhecidas e valorizadas em outras regiões.
Não estimar algo que temos de tão boa qualidade passou a ser um vício, uma “máfia”, no meio boêmio. Um fato que chama a atenção é como os músicos são pagos. O valor é calculado como se fossem cabeças de gado: “Cinqüentão cada um”. Não preciso dizer mais nada, né? Mas claro que há exceções! Alguns músicos ganham muito bem e são minorias, geralmente são os amigos dos donos dos bares. Dá para acreditar? Esse caso é fácil de detectar, é aquele músico ou grupo que sempre se apresenta no mesmo bar e não trocam nem “meia dúzia” de músicas no repertório.
Mas não confundam! Existem músicos, grupos ”da casa” que se apresentam nos mesmos dias, nos mesmos locais, nos mesmos horários e mudam constantemente o repertório. Esses sim são profissionais, no entanto, raro encontrá-los em atividades nos bares da cidade.
Você que curte um bom som deve ter presenciado algumas dessas situações. Quem sabe, trocando idéias, conseguimos expandir nossos pensamentos e mudar conceitos. O setor musical não é o único prejudicado com a falta de interesse cultural de Sorocaba.
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LUPA – Revista Área Vip | ed. 55 mar. 2008 Março 25, 2008
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Seu estilo musical é modinha?
Em toda a história da cidade de Sorocaba, nunca tantos bares ofereceram música ao vivo no estilo voz e violão como no ano passado.
Para quem toca MPB, Pop e Rock em versões acústicas, não faltaram espaços no ano de 2007. Foi um estouro de bares competindo frente a frente e a agenda dos músicos, bonita de folhar!
Não adianta vir com papo de que participar das modinhas significa ser eclético. Veja bem, ser eclético é ser versátil, gostar do variado, mas o que ocorre, é que as pessoas freqüentam só as mesmas baladas, ouvindo sempre as mesmas músicas, nos mesmos ritmos, nas mesmas seqüências. Sem contar que, se você for para um bar ou uma discoteca, verá sempre as mesmas caras!
Pode parecer pura coincidência, mas quando um bar lota apresentando um determinado estilo musical, muitos outros adotam o mesmo estilo.
Enquanto a maior parte do comércio vive em guerra com seus concorrentes tentando apresentar diferentes serviços para destacarem uns dos outros, parece que no meio boêmio, eles procuram manter a concorrência acirrada!
Talvez isso justifique o porquê de tantos bares fecharem as portas sem completarem um ano de existência. A oferta é tanta e tão parecida que o público (da modinha) não consegue estar em todos os lugares ao mesmo tempo! Rs!
Mas é claro que, para toda regra há exceção. Os poucos bares que existem há anos na cidade, nunca mudaram suas identidades e continuam mantendo um público fiel e seleto. São bares como o Porções, que até hoje apresenta em seu palco músicos tocando os maiores sucessos da MPB e o Depois Bar, que além da música, envolve o público em diferentes áreas artísticas como poesia, filmes e teatros.
Revista Área Vip | ed. 55 mar. 2008 – CAPA Março 24, 2008
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TV digital, a tecnologia que está aterrorizando os telespectadores. Janeiro 29, 2008
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Tanta euforia é para mais uma nova fase da evolução tecnológica.
Há algum tempo estamos ouvindo boatos das emissoras aqui, notinhas de jornais ali e criou-se uma enorme expectativa sobre essa inovação da tecnologia, a TV Digital.
O aparelho possui melhoramentos no áudio, imagem e é claro, na transmissão, fatos que a indústria televisiva vem tentando melhorar desde seu surgimento, tempo em que as telinhas nem coloridas eram. No entanto, esses fatores não são novidades, televisores de LCD e Plasma já estão no mercado a tempo, prometendo tal avanço.
Mas vamos falar da inovação. O que esses novos aparelhos oferecem de diferencial é a interação com o telespectador. Veja só, você pode se interessar pelos sapatos de seu artista predileto e com apenas um clique, saber a que grife pertencem e com mais alguns cliques, quem sabe, efetivar a compra dos mesmos?
Bom, até você finalizar a sua compra, aposto que já perdeu parte do que estava assistindo. Ah, mas se o seu televisor possuir um HD interno, poderá voltar atrás, mesmo em tempo real, pois a memória já gravou o que estava assistindo. Mesmo assim, uma coisa ela não garante: resgatar a mesma sensação emocional que estava vivendo, afinal sua atenção foi interrompida, rs…
Há males que vem para o bem, ou bens que vem para males?
Se você possui uma TV de Plasma ou LCD e acha que está livre de ter que adquirir novos aparelhos, saiba que pode estar equivocado. Esses aparelhos, por mais modernos que sejam, foram vendidos em sua maioria sem possuir a placa necessária para receber o sinal digital. Pois é!Você terá que comprar um conversor que custará aproximadamente R$500,00 ou pagar novamente por um aparelho semelhante ao seu, mas com conversor “embutido” que já está à disposição no mercado, a partir de “míseros” R$ 8.000,00.
Calma! Não se desespere para trocar sua companheira analógica porque ela transmitirá o sistema atual até o ano de 2016. Portanto, agüente firme que até lá, provavelmente, os televisores já terão baixado seus valores abusivos e você poderá fazer parte dessa nova tecnologia.
Importante: o sinal digital só está disponível para a grande São Paulo. Ainda não há previsão para Sorocaba, pois a modificação será feita até o ano de 2013. Haja chão!
Revista Área Vip – Dezembro/2007











